Investigação sobre caso de racismo em jogo do Milan será aberta
04.01.2013| 11:46
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Um processo sobre o caso de racismo registrado nesta quinta-feira durante o amistoso entre o Milan e o Pro Patria será levado a cabo pelas autoridades da cidade italiana de Busto Arsizio, onde o jogo estava sendo realizado.
Tanto o prefeito local, Gigi Farioli, quanto o dirigente do Pro Patria, Danilo Castiglioni, se comprometeram a cooperar no sentido de punir os autores dos coros racistas contra os jogadores Boateng, Niang e Muntari, do Milan.
- O que houve foi um episódio desqualificante e espero que os autores das ofensas venham a ser identificados e punidos como merecem - disse o dirigente do clube.
Giovanni Pellegatta, torcedor do Pro Patria, lamentou o episódio que em sua opinião marca de forma negativa sua cidade. Mas garantiu que os causadores não fazem parte do grupo que frequentemente vai ao estádio nos jogos da equipe.
- É um gesto para ser condenado. Os autores não fazem parte dos grupos de torcedores habituais, mas o gesto deles levou má fama à nossa cidade - admitiu Pellegatta.
Pelo Twitter, o meia Boateng agradeceu às mensagens de apoio de torcedores. Ele liderou o boicote à partida e liderou a fila dos jogadores que deixaram o campo de jogo.
- Obrigado a todos pelo apoio e compreensão. Significou muito! - foram as palavras de Boateng.
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