"Tive a oportunidade de vencer com o Manchester United em 2008 e creio que foi o auge da minha carreira. Espero repetir esse feito com o Real Madrid, pois considero que é o troféu mais bonito que pode ganhar-se a nível europeu" - Cristiano Ronaldo referiu-se assim, em entrevista para o site da UEFA, à Liga dos Campeões, cuja fase de grupos começa hoje.
As palavras do internacional português têm um âmbito desportivo, mas a Champions é muito mais do que isso: desde a reformulação da Taça dos Campeões Europeus, a UEFA já distribuiu cerca de oito mil milhões de euros (7,7 mil milhões) pelos clubes participantes. Por países lidera a Inglaterra, com pouco mais de 1,2 mil milhões de euros (espanhóis e italianos são os representantes seguintes, ambos próximos dos mil milhões de euros); por clubes, também são os ingleses a comandar, através do Manchester United, com 380,6 milhões de euros.
A tendência dos últimos anos leva a que ingleses e espanhóis assumam o domínio. No caso dos primeiros, não se trata apenas do rendimento em campo, porque os direitos televisivos representam importante parcela das receitas. Basta lembrar que, na temporada passada, embora o campeão europeu tenha sido o Barcelona, o Manchester United, finalista vencido, acabou por ser a equipa com maior montante de prémios - 53,1 milhões contra 51 milhões.
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